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domingo, 18 de dezembro de 2016

Islândia atribui sua recuperação à recusa em aplicar a austeridade

Por Lluis Pellicer

“Interesses econômicos em uma mão e a democracia na outra”

Rei Felipe VI recebe o presidente de Islândia, Ólafur Ragnar (à esq.).  EFE
O colapso dos bancos no final de 2008 levou a Islândia a perder 8% de sua riqueza em dois anos e a uma taxa inédita de desemprego de 11,9%. A economia da ilha deu uma guinada a partir de 2011. Baseada sobretudo no turismo, nas exportações pesqueiras e na indústria de alumínio, a Islândia recuperou o terreno perdido: hoje, a taxa de desemprego oscila entre 3% e 4% e o Governo previu

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Próxima do calote, Grécia fecha bancos e controla saques



"é praticamente certo que a Grécia não conseguirá pagar o FMI."
"O risco de o país deixar a zona do euro cresceu significativamente. Tanto a Europa quanto a Grécia enfrentaram turbulências, já que nem um nem outro está no controle da situação"  (Gavin Hewitt)
Decreto do governo grego provocou uma corrida aos caixas eletronicos do país


A zona do euro - formada por 19 países - está enfrentando a mais grave crise em seus 16 anos de história com o iminente calote da Grécia, que tem até terça-feira para pagar 1,6 bilhão de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
O risco da saída da Grécia da zona do euro e da União Europeia aumentou consideravelmente após vários impasses nas negociações entre líderes europeus e o governo grego. 
Depois que o Banco Central Europeu (BCE) anunciou que não ampliaria seu fundo emergencial ao país, o governo grego decidiu fechar seus bancos durante a semana e limitar os saques nos caixas automáticos a 60 euros (US$ 66) por dia.

No fim de semana, as autoridades gregas já haviam anunciado que os bancos já não abririam na