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quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Retrato de uma tragédia – a estagnação econômica brasileira

Por Claudio Considera, Elisa Carvalho de Andrade
      Juliana Carvalho da Cunha Trece, Luan Araujo

A TRAGÉDIA DA ESTAGNAÇÃO ECONÔMICA BRASILEIRA
A decisão de iniciar este texto com os dois gráficos autoexplicativos abaixo teve como objetivo evidenciar o desastre econômico e social que o país está passando desde que se iniciou a recente recessão que durou do segundo trimestre de 2014 ao quarto trimestre de 2016.



O Gráfico 1 deixa evidenciado o desastre econômico que o país está passando, ilustrado pela trajetória bastante negativa do hiato do produto (diferença entre o produto efetivo da economia e o seu produto potencial). Após cinco anos do início da última recessão, a economia está 4,8% abaixo do nível de atividade que apresentava no último trimestre pré-recessão. Além da mais profunda recessão, esta apresenta também a mais lenta recuperação de todas com 21 trimestres abaixo do pico pré-recessivo.[1] No Gráfico 1 está realçado que desde o primeiro trimestre de 2016 o país está “preso” no círculo vicioso da estagnação, com o PIB operando bem abaixo do seu potencial, de maneira não observada anteriormente na série histórica iniciada em 1980.

Além dos efeitos na própria atividade, essa tragédia econômica tem como efeito colateral o desemprego, conforme mostrado no Gráfico 2, intitulado de tragédia social. A taxa de desemprego

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Banco Mundial: Brasil terá até 3,6 milhões de 'novos pobres' em 2017

Por Fernando Caulyt



Instituição afirma que crise econômica ameaça redução da pobreza e recomenda aumento do orçamento do Bolsa Família para R$ 30,4 bilhões para conter avanço da miséria.



O número de pessoas vivendo na pobreza no Brasil deverá aumentar entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o fim de 2017, afirmou um estudo inédito do Banco Mundial divulgado nesta segunda-feira (13/02). Segundo o documento, a atual crise econômica representa uma séria ameaça aos avanços na redução da pobreza e da desigualdade, e a rede de proteção social – como o Bolsa Família – tem um papel fundamental para evitar que mais brasileiros entrem na linha da miséria.

De acordo com a instituição, o aumento do número de "novos pobres" vai se dar principalmente em

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Modelo neoliberal do PMDB/PSDB mostra seu efeito devastador

Por Paulo Franco


Arrecadação tributária em ladeira abaixo.  A queda de 10%  em agosto foi a pior em 7 anos


A missão é reduzir a inflação para baixo de 4%.  Como se apenas um índice econômico fosse o único para ser gerenciado.  Pior ainda, é que esse índice embora alto, vinha numa estabilidade, sem precedentes na história recente do país, ao redor de 6%.   Vale a pena levar a economia do país ao fundo do posso, com consequências sociais devastadoras? 



A estratégia adotada é o modelo neoliberal, que sempre foi a adotada pelo PSDB e demais partidos de direita e agora com total cooptação do PMDB.  Com certeza essa estratégia é adotada porque a conta é paga pelas classes baixas, preservando a renda e o patrimônio das classes altas. 

A receita no modelo econômico neo liberal é (i) diminuir gastos e investimentos públicos, principalmente os investimentos sociais (educação e saúde), sem diminuir os gastos com a classe empresarial, como juros subsidiados para empréstimos e altos juros para aplicação nos títulos públicos, (ii) aumentar juros ou mantê-los altos para diminuir o nível de atividade econômica sem limites até que os preços respondam e a inflação atinja a meta estabelecida. 














As consequências são: (i) Queda na produção das empresas (bancos são imunes). (ii)  Aumento no rombo fiscal, com a queda na arrecadação tributária; (iii) Aumento da divida pública, como consequência da queda da arrecadação; (iv) Aumento do desemprego; (iii) Queda na renda do trabalhador. 

O plano já está a todo vapor e as consequências já aparecem de forma nítida, tanto na queda da produção, como na queda da arrecadação, no aumento explosivo do rombo fiscal, no aumento do desemprego, e também, na queda da renda do trabalhador. 


E quem vai pagar o PATO (da FIESP), ou melhor,  a conta será o trabalhador, o pobre, que por ironia e vitima da manipulação da midia e de seus superiores no trabalho, apoiaram a queda de Dilma e , consequentemente, a entrada desse modelo perverso para ele mesmo.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Próxima do calote, Grécia fecha bancos e controla saques



"é praticamente certo que a Grécia não conseguirá pagar o FMI."
"O risco de o país deixar a zona do euro cresceu significativamente. Tanto a Europa quanto a Grécia enfrentaram turbulências, já que nem um nem outro está no controle da situação"  (Gavin Hewitt)
Decreto do governo grego provocou uma corrida aos caixas eletronicos do país


A zona do euro - formada por 19 países - está enfrentando a mais grave crise em seus 16 anos de história com o iminente calote da Grécia, que tem até terça-feira para pagar 1,6 bilhão de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI).
O risco da saída da Grécia da zona do euro e da União Europeia aumentou consideravelmente após vários impasses nas negociações entre líderes europeus e o governo grego. 
Depois que o Banco Central Europeu (BCE) anunciou que não ampliaria seu fundo emergencial ao país, o governo grego decidiu fechar seus bancos durante a semana e limitar os saques nos caixas automáticos a 60 euros (US$ 66) por dia.

No fim de semana, as autoridades gregas já haviam anunciado que os bancos já não abririam na