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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

El Mundo es un Volcán






“¿Por qué América es el mejor país del mundo?”




“¿Por qué América es el mejor país del mundo?” Esta es la pregunta que una estudiante de segundo curso de periodismo lanza al presentador de televisión Will McAvoy (interpretado por Jeff Daniels) en el episodio inaugural de la primera temporada de la serie Newsroom, cuya segunda etapa se emite ya en España. Uno de sus dos compañeros de debate resume su opinión en dos palabras: “Libertad y libertad”. La otra afina algo más: “Diversidad y oportunidad”. ¿Y McAvoy? Primero intenta salirse por la tangente (“Los New York Nets”, ironiza) pero, ante la insistencia del moderador, sufre un ataque de sinceridad y lanza una soflama cuyo contenido se resume como sigue:

América [nadie duda en EE UU del derecho a utilizar como exclusivo el nombre de todo el continente] no es el mejor país del mundo, ni siquiera el más libre. También Canadá, Japón, Alemania, España y hasta 180 Estados soberanos son libres. América ocupa el 7º lugar en alfabetización, el 12º en ciencia, el 49º en esperanza de vida. Sólo es líder mundial en número de presos por 100.000 habitantes, adultos que creen en los ángeles y gastos de defensa, más que los 26 siguientes juntos.

Así que la respuesta es no. América no es el mejor país del mundo. “Pero lo éramos”, sostiene McAvoy con verdades no tan irrefutables. “Defendíamos lo justo, luchábamos por razones morales, librábamos guerras contra la pobreza y no contra los pobres, nos preocupábamos por el prójimo, construíamos grandes cosas, realizábamos avances tecnológicos increíbles, explorábamos el universo, curábamos enfermedades, cultivábamos los mejores artistas del mundo, nos dirigíamos hacia las estrellas, no teníamos miedo”.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Quase metade da população de Nova York está próxima da linha de pobreza, segundo pesquisa


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Executive Summary


This year’s Center for Economic Opportunity (CEO) report on poverty in NewYork City reflects a turning point. Our two prior annual reports documented the growing importance of the socialsafety net at a time when the job market was contracting and earned income wasin decline. For many low-income families, the distance between their earnings and the poverty line widened.At the same time the safety net expanded, filling some, but not all, of the gap.As a consequence, from 2008 to 2010, the City poverty rate rose.  

The 2011 data we present in thisreport coincide with a shift in the economic environment.After a two-year fall, the proportion of working age NewYorkers holding a job rose.Although annual earnings did not rise for families vulnerable to poverty, their recession-related decline was arrested.The stabilization in earnings along with expanded tax initiatives(especially the payroll tax cut that took effect in 2011) and a continuing increase in enrollment in the Food Stamp program pushed our broad measure of family resources higher.The increase was large enough to offset the year-to-year rise in the CEO poverty threshold.As a result, the 2011 CEO poverty rate, 21.3 percent, isstatistically unchanged from the prior year, when itstood at 20.9 percent.

Over the 2005 to 2011 period covered in thisreport, changesin the CEO poverty rate reflect, to a large degree, trendsin employment and earned income in the City.The poverty rate fell from 2005 to 2008, when the local economy was expanding.After the Great Recession took hold of the City economy in 2008, the poverty rate rose.As Figure One illustrates, the trend in the CEO poverty rate is paralleled by the trend in the official poverty rate.  This on-the-surface similarity masks many important differences between the CEO and official poverty measures.The first part of the Executive Summary reviewsthem.We then turn to the report’s key findings.
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Número ainda pode aumentar com corte de benefícios sociais anunciado pelo governo em março














Quase metade dos moradores de Nova York, cidade mais populosa dos Estados Unidos, vive próxima da linha da pobreza. A informação foi divulgada na semana passada pelo centro oficial de pesquisa da prefeitura nova-iorquina, com base em dados e indicativos sociais coletados durante os anos de 2005 e 2011.

Os dirigentes de Nova York classificam como pobre uma família composta por, no mínimo, dois adultos e dois dependentes cuja renda chegue até 30.949 dólares por ano. O levantamento revela que 46% da população da cidade – estimada em 8,175 milhões de habitantes – vive abaixo ou próxima desse valor.

sexta-feira, 8 de março de 2013

8 de março - Dia Internacional da Mulher










Mudam-se as molduras, mas a essência é sempre a mesma: a opressão do forte sobre o fraco. Opressão que é avassaladora, crueal, massacrante, insensível. Não importa quem esteja no caminho: a mulher, o negro, o índio, o homossexual, o camponês ou apenas o pobre. De outro lado temos o empresário, o fazendeiro, o político, o Coronel, ou simplesmente o rico.

Se quisermos ter um sociedade digna, todas essas formas de disparidades tem que ser erradicadas. 

A diminuição dessas atrocidades, dessas desigualdades tem preço alto. São vida e mais vidas que ficam pelo caminho dessa trajetória de pequenas, mas vitais conquistas, como no casos dessas velentes mulheres de Nova Iorque.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.   




A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada doséculo XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).



No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920. A data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960.

Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.