sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Marina Silva, la Capriles brasileña

Por Miguel Ángel Ferrer

 

El próximo domingo 5 de octubre habrá elecciones presidenciales en Brasil. Se enfrentarán la actual presidenta Dilma Rousseff y Marina Silva, candidata del Partido Socialista, organización política de extrema derecha, fiel seguidora de los dictados de Washington y que de socialista sólo tiene el nombre. De modo que, sin forzar los términos, podría decirse que Marina Silva es a Brasil lo que Henrique Capriles ha sido a Venezuela.
















El próximo domingo 5 de octubre habrá elecciones presidenciales en Brasil. Se enfrentarán la actual presidenta Dilma Rousseff y Marina Silva, candidata del Partido Socialista, organización política de extrema derecha, fiel seguidora de los dictados de Washington y que de socialista sólo tiene el nombre. De modo que, sin forzar los términos, podría decirse que Marina Silva es a Brasil lo que Henrique Capriles ha sido a Venezuela.
____________________
Artículos Relacionados:
Brasil tem alto desempenho no desenvolvimento humano e é modelo para o mundo, diz ONU
"América Latina lanza el Banco del Sur para plantar cara al FMI" 
Lula dice a México: Atacar la pobreza es clave para crecer
BANCO MUNDIAL: El mundo puede aprender mucho de Brasil
El secreto de Venezuela en su lucha contra la pobreza

Latin America After Chávez
____________________

Pero Marina Silva no niega la cruz de su parroquia. Desde su plataforma electoral muestra abiertamente su postura derechista y pro imperialista. Quiere echar abajo los grandes avances de Brasil que han hecho del gigante sudamericano una nación verdaderamente soberana, no sólo alejada de los designios de Estados Unidos, sino francamente opuesta a ellos.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

BIRD, OCDE e UNCTAD: Brasil e China são os motores do emprego no mundo

Por Osvaldo Bertolino



ECONOMIA BRASILEIRA: BIRD, OCDE e UNCTAD desmentem mortos-vivos neoliberais


O Banco Mundial (Bird) e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — órgão das Nações Unidas para o comércio e desenvolvimento — acabam de dizer que o Brasil e a China são os motores do emprego no mundo. O relatório anual da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) diz que apenas o fortalecimento da demanda agregada pelo crescimento real dos salários e pela distribuição de renda mais igualitária poderão romper o longo período de baixo crescimento. Ou seja: a candidata à reeleição Dilma Rousseff está muito mais sintonizada com o mundo das coisas reais do que seus opositores, que sonham com a ressurreição de práticas neoliberais que castigaram impiedosamente o país.



Nunca antes na história deste país se viu um debate eleitoral com a economia tão presente. E a inesgotável capacidade da direita brasileira, com o inestimável auxílio de alguns setores de "esquerda", de se engajar em discussões cujos resultados se enquadram na clássica categoria rodriguiana do óbvio ululante tem pautado o assunto recorrentemente. Por trás do debate aparentemente técnico, em que "especialistas" são chamados a contribuir com suas "análises objetivas", contudo, há um cenário político complicado para a oposição. A prova incontestável disso é que a mídia e seus produtos supostamente informativos — editoriais, programas de entrevistas, análises de articulistas, notícias e pesquisas de opinião — estão caprichando nos chutes a torto e a direito.
____________________
Postagens Relacionadas: 
____________________

Na verdade, não é de hoje que essa verdadeira indústria do "achismo" — na qual se chega ao ponto de falar de economia ao mesmo tempo em que se explica a noção de juros inscrita no metabolismo dos seres vivos, como ocorreu em um programa Roda Viva, da TV Cultura, com o economista Eduardo Gianetti da Fonseca, guru econômico da candidata Marina Silva — dos megacartéis de "opinião pública" que deitam falação em nome da "sociedade" sem ter recebido nenhuma procuração explícita de algum conhecido seu ou meu para representá-lo vem engolindo os dados da economia brasileira de forma atravessada. E a pessoa que presencia regularmente insultos, ataques pessoais, intrigas, falsidades, invenções, erros de fato e mentiras, puras e simples, não tem como se defender.


Realidade do Nordeste


A alavanca desse procedimento é a superestimação das mazelas do país com a intenção deliberada de

domingo, 14 de setembro de 2014

BRESSER-PEREIRA: Porque vou votar em Dilma

Por Luiz Carlos Bresser-Pereira para o 247 Brasil



Fundador do PSDB e ex-ministro do governo FHC, o cientista político Luiz Carlos Bresser-Pereira anuncia seu voto na presidente Dilma Rousseff e aponta as razões; "é ela quem melhor atende aos critérios que adoto para escolher o candidato", diz ele; "são dois esses critérios: quanto o candidato está comprometido com os interesses dos pobres, e quão capaz será ele e os partidos políticos que o apoiam de atender a esses interesses, promovendo o desenvolvimento econômico e a diminuição da desigualdade"; leia a íntegra



MEU VOTO EM DILMA


Vou votar pela reeleição de Dilma Rousseff porque é ela quem melhor atende aos critérios que adoto para escolher o candidato à Presidência da República.


Em 1988 fui um dos fundadores do Partido da Social Democracia Brasileira e sempre votei em seus candidatos à presidência. Mas, gradualmente, fui me afastando do partido por razões de ordem ideológica e, depois da última eleição presidencial, vendo que o partido havia dado uma forte guinada para a direita, que deixara de ser um partido de centro-esquerda, e que abandonara a perspectiva desenvolvimentista e nacional para se tornar um campeão do liberalismo econômico, desliguei-me dele. Por isso quando hoje perguntam em quem vou votar, a pergunta faz sentido.
____________________
Postagens Relacionadas: 
Tempos Insanos
Dilma Rousseff, perspicaz, desmonta o circo armado pela Globo
____________________

Vou votar pela reeleição de Dilma Rousseff, não por que seu governo tenha sido bem sucedido, mas porque é ela quem melhor atende aos critérios que adoto para escolher o candidato. São dois esses

sábado, 13 de setembro de 2014

Manifesto de Médicos Pró Dilma

Por Paulo Franco



É de arrepiar constatar quantos médicos estão engajados nessa nova realidade, nesse novo projeto de Brasil, onde o sujeito da oração, o agente do processo não é o lucro e nem as corporações, mas sim o povo brasileiro, o cidadão brasileiro.

Definitivamente: Há médicos e médicos. Como em todas as profissões, é preciso separar o joio do trigo. Parabéns a esses médicos brasileiros, que incorporam aquela imagem que sempre tivemos deles, de verdadeiros "anjos da vida".


12 de setembro de 2014.

Médicos com Dilma, por mais Futuro


1. No nosso trabalho como médicos e médicas, seja atendendo diretamente a população ou em outras funções no Sistema Único de Saúde (SUS), percebemos claramente o impacto das políticas públicas nas condições de vida do povo brasileiro nos últimos anos. Acompanhamos com empatia e senso de responsabilidade as dores e a vida sofrida do povo, os ganhos sociais e as alegrias do povo. Arregaçamos as mangas fazendo o nosso melhor. E assim como participamos das transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos anos e não deixamos de nos posicionar em defesa dos interesses nacionais, hoje novamente o fazemos.
____________________
Postagens Relacionadas: 
Globo Rural: Médicos Melhoram a Saúde de Regiões Distantes
Médicos Cubanos Atendem Regiões Isoladas do Sertão
ONU Apoia o Programa MAIS MÉDICOS
Eu, o SUS, a Ironia e o Mau Gosto
Dr. Melgaço: O Pior IDHM e as "Maribéis"
ONU destaca o exuberante progresso no IDHM do Brasil 

____________________

2. Na saúde o saldo é positivo. Somos o maior sistema de saúde público universal do mundo, com um SUS que pertence a 200 milhões de brasileiros. Com a lei do Mais Médicos promulgada pela

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Datafolha: Segmento de Alta Renda troca Marina por Aécio e Dilma

Por Paulo Franco




Marina, no período de apenas uma semana, perdeu 9 pontos percentuais no segmento de alta renda (> 10 Salários Mínimos), caindo de 41% para 32%.  É uma queda violenta, tratando-se de um período tão curto.

O maior beneficiado dessa repentina mudança de atitude do eleitorado brasileiro foi Aécio, que abocanhou nada menos que 6% no segmento de alta renda, e pulou de 25% para 31%.



 Estava repassando, como faço diariamente, em alguns sites favoritos, quando me deparei novamente com um brilhante artigo do Fernando Brito, no site Tijolaço.    Desta vez ele foi sagaz, foi lá no "fiofó da formiga" e encontrou algumas preciosidades, dignas de garimpeiros geniais da Serra da Canastra, na nascente do Velho Chico. 

 
 Achei tão importante seus achado que resolvi fazer essa postagem, para compartilhar com todos os