BOAS VINDAS

A idéia deste blog é a criação de um espaço para o questionamento de duas grandes forças das ideologias atuais: o Capitalismo e o Socialismo. Que, senão são coincidentes,não são também totalmente opostas. Terceira Via é nada menos do que uma Resultante dessas duas forças. Abrindo assim, um campo para o existência de uma opção, que não é uma coisa nem outra e ao mesmo tempo são as duas coisas. Eu acredito muito nessa vertente, como alternativa para convergir anseios de ambas as correntes. Num olhar metodológico, poderiamos enxergar essa possibilidade como uma demonstração empírica da dialética. Enquanto o Capitalismo está mais associado ao racional, à eficiência, à lógica; o Socialismo está mais associado ao nosso cognitivo, à sensibilidade, sentimentos, percepções, etc. Acredito ainda, que só a Democracia viabiliza essa vertente. A Ditadura, sem dúvida, enviesará para o socialismo ou para o capitalismo radical. ENTÃO SEJA BEM VINDO, COLOCANDO SUA CONTRIBUIÇÕES, SUAS IDÉIAS, SUAS DÚVIDAS, ETC. (Paulo Franco)

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Começa julgamento de Videla por roubo de bebês na ditadura argentina

Julgamento durará até o final de semana.
Do lado de fora do tribunal, manifestantes exigiam justiça.

Da France Presse

Jorge Rafael Videla, no começo de seu julgamento, em Buenos Aires (Foto: Juan Mabromata/AFP)
Jorge Rafael Videla, no começo de seu julgamento,
em Buenos Aires (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Começou nesta segunda-feira (28) o histórico julgamento do ex-ditador argentino Jorge Videla e outros chefes militares, acusados de um plano sistemático de roubo e troca de identidade de cerca de 500 bebês filhos de desaparecidos, em sua maioria nascidos em cativeiro em prisões clandestinas.
Videla, de 85 anos, chegou ao Tribunal algemado e sentou no banco junto ao último presidente da ditadura (1976-1983), o ex-general Reynaldo Bignone, em uma audiência oral contra um total de oito réus, entre eles dois ex-almirantes, Antonio Vañek e Rubén Franco.
O julgamento, que durará até o final de semana, reúne em uma mesma sala os chefes do Exército terrestre e da marinha pela primeira vez desde o julgamento dos comandantes de 1985, considerado o 'Nuremberg' argentino.
Do lado de fora do tribunal, manifestantes da organização HIJOS, de parentes de presos e desaparecidos, exibiam cartazes de protestos e exigiam justiça.

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