Reza a lenda que o monge beneditino Dom Pérignon, lá pelos idos do século XVII, ao provar uma de suas criações de vinho, estufou o peito e cheio de alegria, bradou: "estou bebendo estrelas". Ele acabara de criar, nada mais nada menos, do que o mais nobre dos vinhos: o champagne.
O Champagne, como todos sabemos, é um vinho especial, que transcende a todos os demais. Por isso, essa nobre bebida sempre está associada aos acontecimentos mais importes, mais nobres, mais especiais. Seja num momento de celebração de uma cerimônia, como um casamento, uma aniversário, ou outro dessa natureza. Noutro momento, um brinde à uma vitória, uma conquista muito importante. E outros momentos, ainda, para lhe dar coragem para enfrentar obstáculos, inimigos, como também para elevar a auto-estima, tão necessária em certos momentos da vida. O champagne é uma companhia para momentos especiais, mas também para uma simples degustação. Em momentos de instrospecção, reflexão é um excelente bálsamo, para ajudar a um reencontro consigo ou até amadurecer uma decisão importante.
____________________
Postagens Relacionadas:
Marina, Marinete, Marionete
Datafolha, me engana que eu gosto
____________________
Postagens Relacionadas:
Marina, Marinete, Marionete
Datafolha, me engana que eu gosto
____________________
Apesar da grande tristeza provocada pela perda de Eduardo Campos, lamentavelmente, o luto pelo político acabou se transformando em campanha e o velório em palanque eleitoral. Neste contexto cheio de controversas, polêmicas e não me toques, o cenário eleitoral mais previsível seria trágico para Dilma. Na verdade, após os resultados preliminares é "para beber estrelas", do champagne e do PT. Dilma, pode abrir um champagne!
