quinta-feira, 7 de março de 2013

Em apenas 14, CHAVEZ DESCONSTRÓI 500 anos na Venezuela


50 verdades sobre Hugo Chávez e a Revolução Bolivariana

por Salim Lamrani - Paris, para Opera Mundi

O presidente Hugo Chávez, que faleceu no dia 5 de março de 2013, vítima de câncer, aos 58 anos, marcou para sempre a história da Venezuela e da América Latina.

1. Jamais, na história da América Latina, um líder político alcançou uma legitimidade democrática tão incontestável. Desde sua chegada ao poder em 1999, houve 16 eleições na Venezuela. Hugo Chávez ganhou 15, entre as quais a última, no dia 7 de outubro de 2012. Sempre derrotou seus rivais com uma diferença de 10 a 20 pontos percentuais.

2. Todas as instâncias internacionais, desde a União Europeia até a Organização dos Estados Americanos, passando pela União de Nações Sul-Americanas e pelo Centro Carter, mostraram-se unânimes ao reconhecer a transparência das eleições.

3. Jimmy Carter, ex-presidente dos Estados Unidos, inclusive declarou que o sistema eleitoral da Venezuela era “o melhor do mundo”.

4. A universalização do acesso à educação, implementada em 1998, teve resultados excepcionais. Cerca de 1,5 milhão de venezuelanos aprenderam a ler e a escrever graças à campanha de alfabetização denominada Missão Robinson I.

5. Em dezembro de 2005, a Unesco decretou que o analfabetismo na Venezuela havia sido erradicado.

6. O número de crianças na escola passou de 6 milhões em 1998 para 13 milhões em 2011, e a taxa de escolarização agora é de 93,2%.

7. A Missão Robinson II foi lançada para levar a população a alcançar o nível secundário. Assim, a taxa de escolarização no ensino secundário passou de 53,6% em 2000 para 73,3% em 2011.

8. As Missões Ribas e Sucre permitiram que dezenas de milhares de jovens adultos chegassem ao Ensino Superior. Assim, o número de estudantes passou de 895.000 em 2000 para 2,3 milhões em 2011, com a criação de novas universidades.

quarta-feira, 6 de março de 2013

América Latina es "la región más desigual del mundo"


       
              por Gilberto Lopes - San José  (BBC-Mundo)




Una familia pobre en América Latina.
El informe asegura que diez de los quince países más desiguales están en la región.


América Latina y el Caribe "conforman la región más desigual del mundo" y esa desigualdad no sólo es alta, sino también muy persistente, concluyó el Informe Regional presentado en San José, Costa Rica, por el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), que busca no sólo comprender las causas de este fenómeno, sino también ofrecer soluciones.
De acuerdo al estudio, 10 de los 15 países más desiguales del mundo "pertenecen a esta región".
La desigualdad se puede medir con el "coeficiente de Gini", utilizado habitualmente por este tipo de estudios. Varia de cero a uno, siendo el cero la igualdad absoluta y, el uno, la mayor disparidad posible.
En América Latina los dos países con el índice más bajo, los más igualitarios, son Uruguay y Costa Rica, con 0,45 y 0,47 respectivamente. En el otro extremo, Haití y Bolivia trepan hasta 0,59 y 0,6. Es decir, son aquellos donde la desigualdad es mayor.
El estudio destacó además de las brechas visibles entre los países en términos de desarrollo humano, la que existe dentro de cada país.

¿Cómo combatir esa desigualdad?

El Informe destaca la importancia del "logro educativo" en el combate a la desigualdad. Pero añade que el gasto social del Estado en salud, nutrición e infraestructura, contribuyó también, en la última década, de forma significativa a reducirla.

terça-feira, 5 de março de 2013

El secreto de Venezuela en su lucha contra la pobreza

Juan Paullier - BBC Mundo, Caracas


Para los partidarios de Hugo Chávez, probablemente sea uno de los datos más halagadores.




Venezuela es el segundo país de América Latina donde más se ha reducido la pobreza en los últimos 12 años, detrás de Ecuador, que entre 1991 y 2010 la redujo en 26,4%.   La tendencia regional registró los niveles más bajos de pobreza e indigencia en dos décadas, según la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).


El 27,8% de los 29 millones de venezolanos viven por debajo de la línea de pobreza. Cuando el presidente Chávez llegó al poder en 1999, era el 49,4%.   Las cifras concuerdan con el discurso de "justicial social" de Chávez pero, contrariamente a lo que se podría pensar, no son consecuencia directa de las llamadas "misiones" (programas sociales).

"A lo que más se atribuye la disminución de la pobreza (en Venezuela) –le dice a BBC Mundo Martín Hopenhayn, director de la División de Desarrollo Social de la Cepal– es al aumento de los ingresos laborales, mucho más que a los programas de transferencias".


Las razones

Detrás del caso venezolano hay beneficios extraordinarios por los precios del petróleo, mejoría en los ingresos laborales y mayor distribución de las rentas.   A diferencia de otros países, donde se atribuye al crecimiento económico las mejoras en los niveles de pobreza, en Venezuela la distribución cobró mayor protagonismo.

Mientras que en Argentina el 80% de la variación se debió al crecimiento y el 20% a la distribución, esos porcentajes alcanzaron en Venezuela el 45% y el 55% respectivamente, una de las más altas en la región.
Para el gobierno venezolano la clave pasa por las "misiones", con las que aspiran a tener "en la próxima década cero pobreza", según el vicepresidente Elías Jaua.

sábado, 2 de março de 2013

Brasil tem o Menor Nível de Evasão por Corrupção




Global Financial Integrity: corrupção evadiu do Brasil U$ 35 bilhões em 10 anos, ou 0,4% do PIB anualmente, o menor nível entre os países em desenvolvimento.



A  GFI - Global Financial Integrity, publicou uma estimativa de que de 2001 a 2010, cerca de US$ 5,8 trilhões advindos de corrupção com recursos públicos foram “transacionados ilicitamente” no mundo.


A GFI elaborou um ranking da quantia com que cada país do mundo “contribuiu” para o montante.   O 1º lugar coube à China que evadiu, em 10 anos, US$ 2,7 trilhões, seguida pelo México, com US$ 476 bilhões e pela Malásia com US$ 284 bilhões.   O fato de a China ter evadido o maior valor não significa que o país seja o mais corrupto do mundo, pois a quantia evadida depende do PIB de cada país.

A Rússia, por exemplo, um dos países mais corruptos do mundo, está listada em 5º lugar, com US$ 152 bilhões vazados pela corrupção e a Índia vem em 8º com US$ 123 bilhões.   O Brasil, que segundo a Global Financial Integrity, evadiu US$ 35 bilhões em 10 anos, U$ 3,5 bilhões por ano está na 21ª posição.
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Ajustando esse número ao PIB  para eliminar a distorçao gerada pelas diferenças de tamanho das economias, obtém-se um ranking bem diferente dos valores absolutos.  Neste caso, tomou-se apenas os cinquenta países com maior valor absoluto de evasão, calculando a representatividade desse valor em relação ao PIB de 2005, que é ponto médio entre 2001 e 2010. 

O primeiro e o segundo lugares ficaram com Liberia e Aruba, com 200% e 124% do PIB.  Ou seja, o valor transacionado ilicitamente foi superior ao próprio PIB anualmente.  Do outro lado, a China e o México que ocupam os dois primeiros lugares em valores absolutos, caem para a 17ª e a 26ª posições com 12,1% e 5,6% respectivamente.

A grande surpresa foi o índice do Brasil que,  com um volume de US$ 3,5 bilhões anuais  ficou na última posição, com apenas 0,4% do PIB. 






Muitas constatações podemos tirar desses números, mas eu destacaria duas: 
(i) A corrupção e o fluxo de dinheiro sujo é um cancer já em nível de metástase, atingindo todos os cantos do mundo, e 
(ii) O Brasil, embora com um nível alto de corrupção está muito longe de ser o apocalipse pintado pelos atuais oposicionistas ao  governo.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Favelas Brasileiras: 65% já é Classe Média

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English Sumary


Most “favela” dwellers now considered middle class – Feb 19 2013

Most of the Brazilian population that lives in the country's “favelas,” or slums, have now risen to the middle class, according to a new study by NGO Data Favela. The study says that 37% of people dwelling in those communities were considered middle class in 2002, but the rate rose to 65% by 2011. For all of Brazil, meanwhile, the rate of people considered middle income has rise to 52% from 38% in the same period. The survey was based in data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics. According to the same data, 12 million people live in slums in Brazil, with a joint income of R$56.1 billion a year, comparable to the GDP of Bolivia.
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São Paulo – Morar em favelas, pelo menos no Rio de Janeiro, pode não ser tão ruim quanto parece para quem está de fora. Amparados por melhorias nos indicadores socioeconômicos, 85% dos jovens das comunidades cariocas disseram ao Data Popular que gostam do lugar onde moram. E 70% disseram que continuariam a morar na comunidade mesmo se a renda dobrasse.

Os resultados fazem parte de um levantamento do DataFavela , união entre o Data Popular e Celso Athayde, ex- dirigente da Central Única de Favelas (Cufa). E mostra um retrato não só do Rio de Janeiro, mas de todas as comunidades do Brasil.   É um contingente formado por 12 milhões de pessoas, cuja renda soma 56,1 bilhões de reais por ano, com uma maioria de membros da classe média. 

O que melhorou

Embora o conceito de classe média gere polêmica, segundo o Data Favela, hoje 65% dos moradores estão nesta faixa de renda, contra 37% em 2002.  Há 10 anos, apenas 4 em cada 10 moradores tinham celular. Hoje são nove. Computadores, tidos apenas por 3% dos moradores, agora estão em 40% dos lares.
A média de anos de estudo subiu, no mesmo período: foi de quatro para seis anos.  Segundo a pesquisa, os jovens têm papel preponderante na atividade econômica e na organização social das favelas.   São eles, por exemplo, que orientam os pais na aquisição de serviços, como TV por assinatura, e decidem as marcas de alimentos e o consumo de eletrônicos.

Visão otimista

A pesquisa incluiu levantamento qualitativo apenas no Rio de Janeiro. E a visão dos jovens mostrou-se otimista: 51% deles acham que a comunidade melhorou nos últimos dois anos, e 63% acreditam que vai continuar melhorando.  Mesmo assim, o preconceito ainda persiste, na visão deste grupo, fazendo com que 49% deles prefira não dizer onde vive.  No Brasil, em números absolutos, São Paulo e Rio de Janeiro lideram entres os estados com mais pessoas morando em favelas.